partidas de futebol


Football_iu_1996É muita coragem e força que algumas pessoas tem para organizar um grupo de jovens que querem jogar futebol profissional e treiná-los. Usam um campo que alguém cede ou aluga, e começam os treinos. Em geral, no sábado, porque a garotada trabalha ou estuda durante a semana e não pode vir outros dias. Os horários são marcados mas não são muito cumpridos e, por isso, quem se decide a jogar tem que saber que vai ficar lá quantas horas for preciso.

Às vezes tem vestiário, outras vezes tem um banheiro, onde você se troca. E deixa as mochilas. Dependendo do lugar, sujeito a voltar e ver que foi roubado.

Tudo isto é complicado mas a gente enfrenta, pois o que vale é o objetivo de chegar lá, em um time profissional.

No entanto, difícil mesmo são os campos de futebol. Em geral, são terrões, sem grama alguma e muito menos sinalização de área. Às vezes tem uma baliza  com as traves enterradas no solo e uma faixa branca, debaixo da trave. Mas quando tem…

Jogar e dar de cara com um buraco nestes terrões é muito fácil. E lá pinta uma luxação, se é que não quebra o pé. Muita improvisação.

Tá certo, o pessoal que organiza os jogadores não tem dinheiro. Mas fico pensando que um país como o Brasil, tão cheio de talentos, deveria ter uma forma de fazer campos de futebol para os jovens. Quando existem, e são bons, estão em parques, onde a gente tem que pagar para alugar ou estes empresários de jogadores tem que fazer acordos para treinar. Outro dia fui alugar um campo destes, em um parque de Sao Paulo, e só tinha vaga para 2 meses para a frente, em um horário de almoço…

Por que campo de futebol não é um equipamento tão normal como é um parquinho de crianças para brincar? Não entendo isto, não. Por mais que queira…

Uma terra que gerou Pelé, Garrincha, Ronaldo Fenômeno, e tantos outros, deveria ter um campo de futebol em cada comunidade, com grama, com baliza, com marcação no chão… Não estamos falando de um investimento tão alto assim…

quebrapotes_thumbLembro daquela brincadeira que a gente fazia quando criança, pendurando coisas na trave para quebrar. Quebra-pote, nas festas juninas. O pessoal usava as traves para colocar os postes e as crianças iam quebrá-los de olhos vendados. Naquele tempo tinha graça, hoje, que quero me profissionalizar, me deixa triste ver este estado de coisas…

Fonte: www.inmetro.gov.br

035Engraçada esta coisa de férias…

Quando a gente gosta de uma coisa, como eu gosto do futebol, as férias não são tão boas assim, não.

A gente quer mais é voltar a jogar. Logo!

futebol-de-varzeaCandidatos a jogador de futebol podem ser encontrados em jogos de várzeas, amistosos com times de CTs (centros de treinamento), enfim, todo tipo de jogos que rolam nos fins de semana. Seus familiares, em geral, estão em volta destes campos, torcendo, olhando, avaliando e, ali, uma conversa entre divertida e cheia de “moral” rola. Outro dia, no banco, ouvia algumas coisas interessantes do pessoal que assistia. Consegui até definir as categorias.

Conversa dos técnicos de plantão

“O pessoal quer mesmo é atacante velocista. Não adianta o meu menino querer ser atacante se ele não desenvolver velocidade.”

“Hoje os caras querem os moleques prontos. Quem não está pronto, não tem a menor chance.”

“Colocaram o meu filho para jogar com os profissionais deles. Quebraram as duas pernas do meu filho. Maldade!”

Folclore ou “vida prática”

“O cara me pediu 2000 paus para botar meu filho no time. Eu disse para ele: hoje você leva os 2000 e põe meu filho aí. Daqui um tempo você vem e pede mais 2000 para não tirar ele do time. Eu não entro nesta não…”

“É fácil entrar lá naquele time. Dá umas 5 ou 6 cestas básicas e o seu moleque ta dentro.”

“Você viu aquele jogador que veio do Nordeste para o São Paulo? Pode crer que o pai dele molhou a mão de alguém.”

Piadistas

“Você sabe quem tirou o São Bernardo do Campo?

Foi o Juiz de Fora…”

Obs. A imagem deste post é de um blog sobre jogos de várzea. Confira pois é legal. contosdavarzea.blogspot.com

27ronaldo2aO jogo foi legal, corrido, gols perdidos, típico de um clássico e de uma final de campeonato. Mas o jogo de Ronaldo, na verdade os gols dele repercurtiram tanto na mídia mundial que agora sim, a Vila Belmiro, cantada pelos santistas como a Vila mais famosa do mundo mereça esse nome. Ficou sim, conhecida na era do Rei Pelé, mas de lá para cá acho que perdia para a Vila Sésamo, agora retoma o seu posto.

Vejam o texto da reportagem da Folha online de hoje: Os dois gols marcados pelo atacante Ronaldo na vitória por 3 a 1 do Corinthians sobre o Santos, no domingo, na Vila Belmiro, no primeiro jogo da decisão do Campeonato Paulista, repercutiram na imprensa internacional. O jogador marcou pela primeira vez aos 25min do primeiro tempo, ao dominar a bola com perfeição após um lançamento e tocar na saída do goleiro Fábio Costa. No segundo tempo, em um momento em que o Santos buscava desesperadamente o empate após descontar o marcador, Ronaldo brilhou e marcou um golaço, com um toque por cobertura, aos 31min. A atuação de gala do Fenômeno foi acompanhada de perto por Pelé, que estava em seu camarote na Vila Belmiro. “É um sonho. Pensar que aqui [na Vila] o ‘Rei’ fez tantos gols, e ser rei aqui, mesmo que por um dia, é sensacional”, falou Ronaldo, logo após a partida. “Não é fácil [jogar na Vila]. Aqui é um caldeirão. Mas tivemos tranquilidade e não mudamos nem 1% a maneira de jogar. Independentemente de quem fez os gols, o importante foi o resultado”, continuou. Com o resultado, o Corinthians, que tem vantagem por melhor campanha, pode perder por dois gols de diferença na partida de volta, no Pacaembu, no próximo domingo, que será campeão.

La Gazzetta dello Sport (Itália)

Ronaldo é um espetáculo. Dois gols contra o Santos na final.

O site do principal diário esportivo da Itália se derramou em elogios ao atacante. O jornal diz que Ronaldo colocou “poesia na final do Paulista” e enviou o Corinthians para o “paraíso”, deixando-o em posição privilegiada na disputa pelo título. A “Gazzetta” descreve os gols anotados pelo jogador com riqueza de detalhes e tece vários elogios à ação do atacante nos lances. O primeiro tento é descrito como “um elegante controle de bola e uma movimentação efetiva”, enquanto o segundo é relatado como um “lance de habilidade para evitar o defensor adversário e uma finalização esplêndida”. Por fim, o jornal destaca a presença de Pelé na Vila Belmiro e a entrevista concedida por Ronaldo ainda antes de deixar o gramado.

Marca (Espanha)

Pelé: “O segundo gol de Ronaldo foi digno de uma Copa do Mundo”

O jornal esportivo espanhol “Marca” constrói o seu texto em cima das declarações dadas por Pelé sobre a atuação de Ronaldo na primeira partida da decisão do Estadual. “Ronaldo foi a diferença. Seu segundo gol foi digno de uma Copa do Mundo”, afirmou o ex-jogador, segundo o site do diário, que “teve que se render ao atacante da equipe adversária”. O “Marca” relembra ainda que, graças a Ronaldo, o Corinthians acabou com uma invencibilidade de três anos e meio do Santos na Vila Belmiro com a presença do maior jogador de sua história.

A Bola (Portugal)

Ronaldo “faz de novo” e deixa Corinthians perto do título paulista

O destaque da matéria do site do jornal português “A Bola” está na recuperação de Ronaldo. O diário relembra mais uma reviravolta na carreira do atacante brasileiro e diz que ele voltou a ser decisivo no domingo. Apesar de tecer elogios ao jogador, o jornal “cutuca” Ronaldo ao chamá-lo de “ex-Fenômeno” na descrição dos seu gols: “Foi então o momento do outrora conhecido por ‘Fenômeno’ entrar em ação, marcando por duas vezes, o último dos quais num vistoso ‘chapéu’ ao goleiro contrário.” O “A Bola” comete ainda um equívoco ao informar que o segundo jogo da final será realizado no Parque Antarctica, casa do Palmeiras, arquirrival corintiano, e não no Pacaembu, estádio municipal onde o clube costuma atuar como mandante.

Olé (Argentina)

Dois gols na final

Conhecido pelas “alfinetadas” ao futebol brasileiro, o principal jornal esportivo argentino reconheceu a volta por cima do “Fenômeno” em um texto de cunho poético e iniciou rumores sobre o retorno do jogador à seleção brasileira. “Gols são amores e mais para o máximo goleador da história dos Mundiais. Quando parecia ter voltado a seu país para terminar a carreira jogando algumas partidas, Ronaldo demonstrou que nunca se deve subestimar um goleador e hoje [domingo] marcou dois gols na final do Campeonato Paulista, na Vila Belmiro, templo do Santos de Pelé, para dar ao Corinthians a vitória definitiva por 3 a 1.”

Transcrito do blog foipenalty.blogspot.com, por ser um texto completo sobre um jogo importante, com a visão do mundo sobre o futebol brasileiro.

Imagem: www.uol.com.br

operario_crac_350Consegui, finalmente, ter uma agenda regular de jogos amistosos. Um técnico já havia chamado minha atenção para a importância desta regularidade mas eu não havia entendido totalmente.

Quando você participa de amistosos regularmente, ou mesmo entra em um campeonato amador, você começa a se conhecer melhor. Treinar um passe, um chute a gol, não é o mesmo que estar no meio do jogo de verdade e fazer o que você pensa que aprendeu. Aí se misturam emoção, técnica, vontade, iniciativa, firmeza e coragem. Também se mistura a realidade, ou seja, você pode até saber fazer um drible com perfeição mas se o seu adversário souber se posicionar, o drible vai pro saco. Ou não. Enfim, o inesperado e a realidade estão ali, frente a frente com você. É muito bom.

Acontece outra coisa também: você começa com a técnica mas aos poucos vai colocando sua personalidade na jogada, e de repente as pessoas começam a dizer: “puxa, este cara sabe fazer cada gol! você viu que passagem ele fez?”. É aquele seu jeito único de ser que dá vida à técnica. É por isso que você pode encontrar mil jogadores com o prêmio Melhor Jogador do Mundo, mas cada um será cada um.

É importante mesmo participar de um grupo, mesmo que não seja ainda aquilo que você sonhou. Estando em um grupo, você é chamado para as partidas organizadas, os amistosos, e aí vai entender bem o que estou dizendo sobre regularidade. Você se descobre. É isso!

santos-marcando-palmeiras1Nesse post, mostrarei as posições em que jogo. Elas estão em seqüência de preferência e de onde eu sei jogar melhor.

Da última, não gosto muito, mas se o treinador pedir que eu jogue nessa posição, é claro que o farei, né? Rsrsrsrs.

Meia-atacante ou meia ofensivo

Numa posição intermediária entre o meio-campo e o ataque, encontram-se os meias-atacantes. Ao contrário dos armadores, cuja função principal é criação, o meia-atacante divide entre criação e ataque com mais efetividade, uma vez que atuam mais próximos aos atacantes. Também costumam receber a camisa 10. Acredita-se que esta posição foi desenvolvida na Itália, onde recebe o nome de trequartista. Na Argentina, é conhecido como enganche. São representados nos esquemas táticos pelo “1″, antes dos atacantes, como em 4-3-1-2, sendo assim chamado vulgarmente no Brasil também como o “um”.

Exemplos: Ronaldinho Gaúcho, Francesco Totti, Kaká e Cristiano Ronaldo.

Ponta-de-lança, extremo ou segundo atacante

Os pontas-de-lança, ou extremo, ou ainda segundo atacante, são os atacantes que tipicamente manipulam e culminam a jogada. São os avançados que se movem pelo gramado, buscando possibilidades de penetrar na defesa. Têm como características a velocidade, o domínio de bola, o drible, o passe, a finalização e também o cruzamento, apesar de que, em muitos casos, são raros os jogadores que dominam todos esses aspectos. Este é o atacante que, em algumas situações, pode voltar para ajudar na marcação.

A função do ponta-de-lança, que atuava prioritariamente pelas pontas (recebendo inclusive este nome abreviado), entrou em desuso devido à evolução dos esquemas táticos, porém, ainda pode-se notar sua presença em algumas equipes. O segundo atacante, comum aos tempos de hoje, costuma “flutuar” por todos os lados e pelo centro.

Exemplos: Garrincha, Pelé, Johan Cruijff, Robinho, Raúl, Wayne Rooney e Messi.

Meia-armador, meia-de-ligação ou apoiador

O meia-armador ou meia-de-ligação são considerados os jogadores mais importantes de uma equipe, já que são responsáveis pela criação de lances ofensivos dos times. Geralmente, os jogadores desta posição recebem a camisa 10, mas, devido ao numeração fixa em alguns países, esta prática vem se dissipando. Diferencia-se dos volantes por ter o costume de avançar sobre a defesa adversária. Tem como características gerais o passe, a habilidade com a bola, capacidade de driblar e, em alguns casos, um bom chute à distância.

Exemplos: Diego Armando Maradona, Zinedine Zidane, Zico, Michel Platini, Juan Román Riquelme, Deco, Diego, Alex e Rui Costa.

Volante, cabeça-de-área ou trinco

A posição do volante, trinco ou médio defensivo tem a missão de fazer a ligação entre a defesa e o ataque, é inserido ora no grupo defensivo, ora no grupo do meio-campo, já que faz a “ponte” entre ambos, participando activamente em ambos papéis. Funciona como a responsável pela marcação dos meias-de-ligação do adversário, anulando as jogadas ofensivas contra sua equipe, e como um distribuidor do jogo de contra-ataque. Deve ser um jogador com boa capacidade de marcação mas com algumas qualidades ofensivas, para partir para o contra-ataque. No futebol brasileiro, a posiçao é divida entre o primeiro e o segundo volante. Aquele que ocupa a frente dos zagueiros é chamado cabeça-de-área.

Exemplos: Gennaro Gattuso, Emerson, Mahamadou Diarra, Javier Mascherano, Fernando Redondo, Patrick Vieira, Michael Essien, Lucas Leiva, Maniche, Steven Gerrard e Fernando Gago

Fonte de pesquisa: Wikipedia

Imagem: futeboltatico.wordpress.com

Venho treinando com um jogador brasileiro que hoje se aposentou mas que viveu clássicos no Brasil e participou de clubes e partidas em outros países. Não vou dizer o nome dele porque não pedi autorização ainda. Cada palavra dele é importante para mim pois é como se ele me pusesse em campo, não como na televisão, mas lá no gramado, que é uma coisa que as pessoas não contam como é. As pessoas sabem criticar o jogador sem saber como é ficar no lugar dele.

Íamos andando e ele me contou naquele domingo sobre seu primeiro clássico no Brasil: Vitória e Bahia. Para quem conhece o futebol do nordeste, sabe que este é um “duelo de líderes”, como os locutores costumam dizer. Da mesma forma que é aqui no sudeste é um jogo entre São Paulo e Corinthians ou Palmeiras.

Segue o relato dele, do jeito que me lembro. Assim você participa disso também: essa coisa da gente ouvir quem já passou pela experiência ajuda muito para se entender porque tem que se preparar e dar duro mesmo para chegar lá e mostrar jogo.

Já no ônibus meu coração batia acelerado. Quando chegamos ao estádio, e a porta do ônibus abriu, vi aqueles guardas todos vindo na nossa direção para nos escoltar. O pessoal gritava no estádio. Fomos para o vestiário. Lá embaixo, o teto tremia por causa dos torcedores gritando e batendo o pé no chão. Meu coração continuava batendo mais forte ainda. Aí o técnico veio e me disse que eu ia entrar na escalação em vez de ficar no banco. Fiquei branco mas respondi tranqüilo: “Pode deixar, tudo bem.” Quando entrei no gramado, com meus colegas, e vi aquela multidão gritando, aplaudindo, batucando, minhas pernas tremiam. Mas daí joguei, no começo meio inseguro mas depois fui esquentando e aquele barulho que primeiro me aterrorizou, começou a me dar força. Nunca vou esquecer esta experiência.

A gente se despediu e fui para casa pensando em cada palavra dele, imaginando o barulho da galera e a emoção.

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Quando soube desta história da Traffic, onde empresários se juntaram para montar com a Traffic a escolinha de futebol, lembrei do Vina, que fez o possível para treinar a gente, lá no Ibirapuera. Ele tem a pizzaria dele, na Vila Mariana (Capo Vina, como já disse em outro post) e o tempo deve ser pouco, mas ficou com a gente, deu boas orientações e fez o que foi posssível para nos levar ao jogo com o Juventude Monterrey. Gente especial ele. A foto do time está aí para homenagear seu trabalho e sua amizade. Ele está lá na parte superior, à direita. Eu estou na parte superior, também, no lado oposto. Sou o segundo, mas vocês já me reconheceram, certo? Brigadão, Vina!

P.S. Vejam o post Criando Espaço, anterior a este e sobre o mesmo tema.

Aconteceu o esperado jogo de sábado contra o Juventude Monterrey. O Gerson, técnico do time lá de Louveira, e a Glória, receberam a gente muito bem. Estava chovendo muito mas todo mundo apareceu.

Agora, o resultado. Olha, eu vou te contar… brincadeira esse jogo…hahahahahahaha… mais engraçado impossível. Lógico que ninguém no time esperava sair daquele jogo vencedor já que estávamos jogando com um time mais experiente, superior e com mais tempo de treinamento.

Nós perdemos de 11×3 ou 9×3… Nem lembro exatamente quanto foi porque quando já estava 7×3 eu já havia percebido que não dava mais e parei de contar. Porém, essa derrota trouxe algumas coisas especiais e de pura reflexão sobre o fato e sonho de ser jogador.

De especial mesmo, o que eu realmente senti foi muita coisa que poucas pessoas entendem, como o cheiro do gramado de um estádio, aquela brisa do vento enquanto você corre para fazer alguma jogada, a sensação que todos observam você enquanto está com a bola esperando que você faça algo de diferente, a sensação de estar com a bola em um campo mesmo, onde o sonho de todo jogador começa, e ter aquele poder de fazer o que quiser e ir onde quiser que todos te seguirão…

Enfim, existem muitas coisas que se eu comentar aqui acabará dando em um livro.

Cada jogo que eu passo eu aprendo mais e mais sobre futebol, seja nas técnicas, habilidades, malícias, sentimentos, etc. Nesse jogo eu vi que ser jogador não é apenas uma coisa simples e que você consegue a hora que quer… Tem que lutar por tudo isso e muito e se tiver a GRANDE CHANCE, mostrar que aquela vaga pertence a você e de ninguém mais.

A maior virtude de uma pessoa é quando ela acha que algo simplesmente não dá, mas mesmo assim continua tentando até dar certo. Suas chances podem ser 2% de ser o que quer, mas só porque ela é baixa não significa que você tem que desistir. Para conquistar esse grande sonho tem que vencer os mais desafiadores obstáculos. Bom, nosso futuro é determinado por nós mesmos e ele tem vários nomes, para os incapazes o impossível, para os medrosos o desconhecido e para os que realmente querem algo que são os corajosos a OPORTUNIDADE.

E é tudo isso que eu aprendi nesse sábado, que não apenas faz do seu sonho uma imaginação impossível e sim de algo que você busca determinado e com vontade dando até sua ultima gota de suor, pois é aquilo que você realmente quer e só será feliz com isso.

Portanto essa primeira semana que entra de março vou em busca desse meu sonho como eu nunca tinha ido. Abdicarei de muitas coisas que me ”tiravam o tempo” (amigos, baladas, festas, shoppings…) mesmo que seja o mais duro pra mim porque aquele que sonha ser alguém grandioso e diferente tem que desde o começo mostrar que é diferente e eu irei fazer isso mesmo… dedicando-me a escola e minha maior vontade de ser o melhor jogador do mundo.