Engraçada esta coisa de férias…
Quando a gente gosta de uma coisa, como eu gosto do futebol, as férias não são tão boas assim, não.
A gente quer mais é voltar a jogar. Logo!
Julho 29, 2009
Engraçada esta coisa de férias…
Quando a gente gosta de uma coisa, como eu gosto do futebol, as férias não são tão boas assim, não.
A gente quer mais é voltar a jogar. Logo!
Agosto 17, 2008
Venho há algum tempo participando de peneiras. Na primeira peneira que fui, estava emocionado. Achei que iam ver que eu era bom e já iam me escolher. Isto não aconteceu. A frustração me fez pensar sobre o que os adultos à minha volta diziam, que aquilo era máquina de dinheiro. Em cada peneira se paga exame médico, inscrição… Em clube que faz várias peneiras por ano, era dinheiro mesmo. Bastava olhar a fila de jogadores e fazer os cálculos.
Por outro lado, vi os aspectos positivos que foram as lições que aprendi. Observei que ser bom jogador e conhecer os fundamentos é uma coisa, outra é entrar em campo e mostrar que joga bem. O gol nem é importante mas, sim, que você mostra que não perde bola, dribla sabendo o que faz, é rápido nos passes, sabe mover o jogo na sua direção. Os moleques não me passavam a bola e vi que eu tinha que gritar e pedir a bola. Fiz isso de tudo que foi jeito, mas todo jogador ali queria é ficar com a bola e tentar um gol. Que não saía… Se eu pudesse dizer o que achei da primeira peneira, eu diria que foi um jogo contra o egoísmo de cada um e zero de sentido de equipe. Mas era um teste seletivo. Acho que não poderia ser diferente. Mas será que no campo é diferente, com todo mundo querendo subir ganhos pelo estrelismo?
Outra coisa que aprendi foi na segunda peneira. É uma coisa que minha mãe chama de Protagonismo. Eu precisava aparecer lá no campo. Tinha a ver com aquele negócio de estrelismo, mas era necessário. Daí fiz o máximo que pude para que eu me destacasse.
A família é importante nestes momentos porque dão dicas. Lógico que gente que soma e não gente que vem para criticar. Esportista precisa de estímulo e não de bronca. Assim como minha mãe me falou do protagonismo que era necessário em campo, meu pai me incentivou o tempo todo, falando das coisas boas que fiz. E em uma peneira que meu tio foi, ele falou para que eu prestasse atenção em coisas que eu fazia, por treinar em campo society, mostrando como no futebol de campo era diferente.
Se eu não tivesse participado destas peneiras, eu não teria estes aprendizados. Vale a pena participar de peneiras. É como se a gente já começasse a se profissionalizar. Dá orgulho vestir aquela camisa do time e entrar com gente séria, marcando tudo que a gente faz. Se eles ganham dinheiro, sorte deles. Espero apenas que escolham a gente.
Março 23, 2008
Agora não é mais apenas uma vontade. Tô botando pra valer esse sonho de ser jogador.. E sabe por que? Porque nunca é tarde demais para ser o que você deseja ser. Mesmo que esteja pareça perdido, como andei sentindo nestes últimos tempos. Nunca dê as costas, pois as chances vem e vão. Sempre tem que estar de olho. E nunca se esqueça de que um homem não é outra coisa senão o que faz de si mesmo. Então seu destino, futuro…que é ser jogador no meu caso, está sempre dependendo apenas de você mesmo.
Faça sua parte e deixe que o resto se faça sozinho. No fim tudo dá certo, se você fez a coisa da forma certa. Basta tomar atitudes corretas e nunca desistir do seu sonho.
Obs. Esta porta aí, onde estou sentado na foto, dá entrada para uma das áreas da Igreja de São Francisco, em Salvador na Bahia.