Tomo o maior cuidado no jogo, mas nas divididas de bola é difícil você não se machucar. Desta vez, machuquei para valer o joelho e nem pude jogar nesta semana.
Foi uma oportunidade de ver esta coisa da medicina esportiva. Importante área no futebol e, pelo que vi, desassistida. Custei a encontrar ajuda.
Tínhamos visto lá em casa os melhores hospitais públicos da cidade de São Paulo, em uma pesquisa feita em 2008. Aí vai o listão caso ajude você num momento destes: Hospital do Rim e Hipertensão (SP), Hospital das Clínicas (Ribeirao Preto), Hospital Amaral Carvalho (Jaú), Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (SP), Hospital de Reabilitação de Anomalias (Centrinho – em Bauru), o Incor (SP), o IBCC (SP), a Beneficência Portuguesa (SP), o Caism (Centro Integral de Atendimento à Saúde) do Hospital das Clínicas em Campinas, o Hospital Universitário, Hospital Estadual de Vila Alpina, Santa Marcelina e Hospital Geral de Pedreira, estes últimos de São Paulo.
Mas se você buscar algo direto ligado a medicina esportiva, vai ver que é difícil. Ouvi falar de um ambulatório de Medicina Esportiva no Hospital das Clínicas, em São Paulo, atendem todas as sextas-feiras, à tarde, na Av. Enéas de Carvalho Aguiar 155 – 4o andar – Cerqueira César, próximo à Estação Clínicas do Metrô. Mas me contaram que é só para algumas modalidades, como ciclismo, tênis, ginástica rítmica, musculação, remo, voley, basquete, handball e ginástica em academias. A pessoa tem que estar praticando algum destes esportes ou ser vinculado a federações esportivas. Tel. 11 3069 8022. Fica aí a dica embora eu não tenha podido conferir e, pelo que vi, não falam de futebol.
Fiquei preocupado. Se alguém souber de mais informações sobre isso, agradeço enviar para a gente publicar aqui. O atleta de futebol parece não ter muita assistência especializada na cidade.
Participei de várias peneiras e sempre saía meio atônito delas. Não ficavam claras as regras pelas quais iriam selecionar/aprovar/eliminar a gente. Outras vezes, com regras claras, os técnicos nem olhavam o que fazíamos. A experiência é válida, já falei disto em outro post. Mas não é satisfatória.



ou parede. Deite-se de costas no chão e coloque as pernas para cima. Respire.